domingo, 18 de julho de 2010
Paróquia monta site para ajudar Catequistas
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CAC Maceio
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21:25
sábado, 17 de julho de 2010
Setor Tabuleiro I começa os preparativos para o dia do Catequista
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CAC Maceio
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16:06
Catequistas das paróquias do setor Tabuleiro I, iniciaram no dia 17 Julho, os preparativos para o dia do Catequista que acontecerá no dia 29 Agosto 2010, onde toda a Arquidiocese de Maceió estará reunida para celebrar esta festividade tão importante da nossa Igreja.
De forma entusiasmada a coordenadora do Setor Tabuleiro I, a Catequista Eilza Alexandre, diz que através da escuta da PALAVRA de Jesus, é que o Catequista se torna discípulo e missionário dando segmento ao ato de transformar pessoas. É necessário fazer Ecoar a PALAVRA de Deus em meio a todos e com convicção.
Veja abaixo mais fotos do encontro
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sexta-feira, 16 de julho de 2010
CONVITE
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CAC Maceio
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08:51

LANÇAMENTO DO DIRETÓRIO ARQUIDIOCESANO DE CATEQUESE
Convidamos todos os sacerdotes, religiosos e religiosas, Catequistas, leigos e leigas, para o lançamento do Diretório Arquidiocesano de Catequese (DAC) que acontecerá no próximo dia 23 Julho 2010, às 19:00h no auditório do Seminário Provincial Nossa Senhora da Assunção.
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quinta-feira, 15 de julho de 2010
Coordenação Arquidiocesana de Catequese estuda o novo modelo de Catequese
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CAC Maceio
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13:12
No dia 14 de julho, a coordenação Arquidiocesana de Catequese se reuniu para trabalhar o novo modelo de catequese adotado pela Igreja Católica no Brasil, chamado de “Iniciação à Vida Cristã” [Documento 97 da CNBB]. “A novidade é o uso da Palavra de Deus, a presença da dimensão bíblica, das celebrações da liturgia, de uma catequese mais orante e experiencial. Estamos trabalhando para organizar a escola Arquidiocesana de Catequese tendo esta visão da iniciação cristã, que recebe também o nome de catecumenato.
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segunda-feira, 12 de julho de 2010
Regional Nordeste 2 promove encontro de coordenadores diocesanos de catequese
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CAC Maceio
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20:42
Aconteceu de 8 a 11 de julho de 2010, no Seminário São José em Garanhuns-PE, o encontro de Coordenadores Diocesanos de Catequese Regional Nordeste II (Alagoas, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte), onde teve como tema o novo modelo de catequese adotado pela Igreja Católica no Brasil, chamado de “Iniciação à Vida Cristã” [Documento 97 da CNBB].Este encontro contou com a presença da assessora nacional da dimensão Biblico-Catequético da CNBB, Ir Zélia Batista, que conduziu os trabalhos e do Bispo referencial para a Catequese no Regional Nordeste II, Dom Mariano Manzana, Bispo de Mossoró, sacerdotes, religiosas, seminaristas, leigos e leigas.
O encontro favoreceu a compreensão, a vivência e
a partilha da inspiração catecumenal que deve nortear a ação catequética. A reflexão iluminou o caminho que deverá ser trilhado em nossas dioceses, nos auxiliando na continuidade/renovação para que façamos da catequese caminho para o discipulado, experiência e encontro transformador com Jesus Cristo.Representando a Arquidiocese de Maceió, participaram do encontro Pe Elison Silva, Marta Maria e Joseilton Luz.
Veja abaixo mais fotos do encontro:
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Notícias
Catequetas estudam novo modelo de catequese adotado pela Igreja Católica no Brasil
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CAC Maceio
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17:51

Um grupo de 25 coordenadores de Escolas Catequéticas e de cursos de pós-graduação em pedagogia catequética, de sete regionais da CNBB, se encontra em Brasília, para estudar o novo modelo de catequese adotado pela Igreja Católica no Brasil, chamado de “Iniciação à Vida Cristã” [Documento 97 da CNBB]. O encontro do Grupo de Escolas Catequéticas (Grescat) teve início no dia 18, e terminou no domingo, 20 de junho 2010.
Os participantes, vindos de várias as regiões do país, se reúnem para refletir conteúdo, metodologia e projetos pedagógicos para as Escolas Catequéticas solicitados pelo documento da CNBB. “É um espaço de reflexão importante para os coordenadores levarem de maneira dinâmica às suas dioceses, paróquias e comunidades, o que está sendo aprendido durante esses três dias sobre esse novo modelo de catequese”, afirmou a assessora da Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-Catequética da CNBB, irmã Zélia Maria Batista.
Segundo o doutor em teologia pastoral catequética e assessor da CNBB e do Conselho Episcopal Latino Americano (Celam) para a catequese, padre Luiz Alves de Lima, o objetivo do encontro é estudar um processo mais amplo de catequese, denominado iniciação cristã, tendo em vista a organização das escolas de catequese nesse novo foco catequético.
“Estamos estudando a iniciação cristã que as escolas de catequese devem aprofundar dentro da caminhada da Igreja, tradicionalmente chamada de catequese, que evoluiu hoje para essa forma da iniciação cristã, mais ampla do que o processo tradicional de catequese”.
Padre Luiz explica o significado desse novo modelo de catequese. “A novidade é o uso da Palavra de Deus, a presença da dimensão bíblica, das celebrações da liturgia, de uma catequese mais orante e experiencial. O nosso grupo está mais preocupado em como organizar as escolas tendo esta visão da iniciação cristã, que recebe também o nome de catecumenato”.
Provocar a fé
O presidente da Sociedade de Catequetas Latino Americanos (Scala), irmão Israel José Nery, acredita que o grande diferencial do novo modelo de catequese solicitado pelo documento 97 da CNBB, bem como pelo Documento de Aparecida (DAp), considera o estudo da iniciação cristã como uma preparação para a formação do discípulo e missionário, desconsiderando assim, o antigo de modelo de “cursinhos vestibulares de preparação aos sacramentos”.
“O estudo da iniciação à vida cristã prepara a pessoa para ser discípula e missionária porque esse novo modelo de catequese tem por objetivo transformar a pessoa com o propósito de introduzir a pastoral da conversão na sua vida”, disse irmão Nery. Ele destaca a responsabilidade individual, como outra característica da nova catequese. “Já não basta que meus familiares assumam a vida cristã por mim [pais e padrinhos], mas eu tenho que assumir minhas próprias responsabilidades cristãs, sobretudo quando jovem e adulto, para que eu chegue à maravilha interior de encontrar Jesus e viver a sua intimidade”.
Ainda segundo irmão Nery, a iniciação à vida cristã é a nova direção da catequese na Igreja Católica no Brasil, com o objetivo de provocar a fé nas pessoas. “A preocupação central desse encontro é orientar as escolas de catequese paroquiais, diocesanas, regionais e até mesmo a pós-graduação em pedagogia catequética, para que a nova catequese tenha um estilo, não somente acadêmico de curso de filosofia e teologia, mas celebrativo, comunitário, orante, de modo que a disciplina que você ministra numa escola dessas provoque a fé”, completou.
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terça-feira, 29 de junho de 2010
Reunião com Coordenadores Paroquiais em Junho
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CAC Maceio
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23:23
No último dia 26 de Junho a Coordenação Arquidiocesana de Catequese realizou a reunião mensal com os Coordenadores Paroquiais. A reunião foi iniciada com o seminarista Lavoisier de Almeida que fez a oração inicial.Em seguida, Marcos Filipe conversou com os demais sobre o primeiro seminário de Catequese, com o tema do Diretório Arquidiocesano de Catequese (DAC). A secretária Marta falou sobre o Dia do Catequista e a programação. A reunião terminou com o Pe Elison compartilhando a experiência das mudanças ao longo dos seis meses de trabalho da nova equipe.
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Notícias
Carta para do Dia do Catequista 2010
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CAC Maceio
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23:04
No dia 29 de Agosto (último domingo) será comemorado o Dia do Catequista em todo Brasil. O presidente da Comissão Episcopal para a Animação Bíblico-Catequética da CNBB, dom Eugênio Rixen, escreveu uma carta para os catequistas.
Catequista, você não é só transmissor de idéias, conhecimentos, doutrina, pois sua experiência fundante está no ENCONTRO PESSOAL com a pessoa de Jesus Cristo. Essa experiência é comunicada pelo SER, SABER e SABER FAZER em comunidade (DNC 261).O ser e o saber do catequista sustentam-se numa espiritualidade da gratuidade, da confiança, da entrega, da certeza de que o SENHOR está presente, é fiel.
Catequista, nesse dia acolha o abraço de gratidão de milhares de pessoas, vidas agradecidas, pela sua presença na educação da fé de crianças, adolescentes, jovens e adultos. Em sua ação se traduz de uma forma única e original a vocação da Igreja-Mãe que cuida maternalmente dos filhos que gerou na fé pela ação do Espírito.
Querido/a Catequista, PARABÉNS! Que a Força da Palavra, continue a suscitar-lhe a fé e o compromisso missionário !
Que a comunidade continue sendo o referencial da experiência do Enconto com Cristo naqueles que sofrem, naqueles que buscam acolhida e necessitam ser “CUIDADOS”.
A benção amorosa do PAI, que cuida com carinho dos seus filhos e filhas, que um dia nos chamou a viver com alegria a vocação do discípulo missionário, esteja na sua vida, na vida da sua comunidade hoje e sempre.
Fraternalmente,
Dom Eugênio Rixen
Presidente da Comissão Para Animação Bíblico-Catequética
Leia a carta abaixo:
Queridos/as Catequistas
Catequista, você é especial para Deus!
Sua VOCAÇÃO foi gestada no coração do Pai, para que pudesse chegar aos corações dos seus filhos e filhas com a mensagem da VIDA: Jesus Cristo.
O último domingo de agosto é o DIA DO CATEQUISTA. É com admiração, reconhecimento e gratidão que a Igreja celebra essa festividade. Celebrar o DIA DO CATEQUISTA é sempre uma GRAÇA, motivo de alegria e de reflexão mais profunda sobre o SER DO CATEQUISTA, sua vocação e missão na Igreja e sociedade. Sentimos ainda os “ECOS” e a chama da esp
erança que ardeu em nosso coração com a realização da Terceira Semana Brasileira de Catequese.
Sentimo-nos movidos pela força do Espírito, que nos chama e envia, pelas intuições e propostas do tema da Terceira Semana Brasileira de Catequese: “Iniciação à Vida Cristã”. Nesse espírito, celebrar o dia do Catequista tem um significado especial, pois são vocês, catequistas, os protagonistas, aqueles que fazem com que o processo de um NOVO JEITO DE FAZER CATEQUESE seja possível. Portanto, confiamos em cada um de vocês, com seus dons partilhados, junto com as forças vivas de toda a Igreja, as comunidades, as pastorais, os movimentos, para que a iniciação à vida cristã seja possível.
Sua VOCAÇÃO foi gestada no coração do Pai, para que pudesse chegar aos corações dos seus filhos e filhas com a mensagem da VIDA: Jesus Cristo.
O último domingo de agosto é o DIA DO CATEQUISTA. É com admiração, reconhecimento e gratidão que a Igreja celebra essa festividade. Celebrar o DIA DO CATEQUISTA é sempre uma GRAÇA, motivo de alegria e de reflexão mais profunda sobre o SER DO CATEQUISTA, sua vocação e missão na Igreja e sociedade. Sentimos ainda os “ECOS” e a chama da esp
erança que ardeu em nosso coração com a realização da Terceira Semana Brasileira de Catequese.Sentimo-nos movidos pela força do Espírito, que nos chama e envia, pelas intuições e propostas do tema da Terceira Semana Brasileira de Catequese: “Iniciação à Vida Cristã”. Nesse espírito, celebrar o dia do Catequista tem um significado especial, pois são vocês, catequistas, os protagonistas, aqueles que fazem com que o processo de um NOVO JEITO DE FAZER CATEQUESE seja possível. Portanto, confiamos em cada um de vocês, com seus dons partilhados, junto com as forças vivas de toda a Igreja, as comunidades, as pastorais, os movimentos, para que a iniciação à vida cristã seja possível.
Ao celebrar o DIA DO CATEQUISTA queremos refletir sobre a vocação do catequista, que é a vocação do Profeta - aquele/la que fala em nome de Deus e da comunidade a que pertence. A iniciativa sempre parte de Deus. O chamado a ser catequista não é algo pessoal, mas obra divina, graça. A missão do catequista está na raiz da palavra CATEQUESE, que vem do grego Katechein e quer dizer (fazer eco). Logo, catequista é aquele/la que se coloca a serviço da Palavra, que se faz instrumento para que a Palavra ecoe. O Senhor chama você para que, através da sua vida, da sua pessoa, da sua comunicação, a Palavra seja proclamada, Jesus Cristo seja anunciado e testemunhado.
Catequista, você não é só transmissor de idéias, conhecimentos, doutrina, pois sua experiência fundante está no ENCONTRO PESSOAL com a pessoa de Jesus Cristo. Essa experiência é comunicada pelo SER, SABER e SABER FAZER em comunidade (DNC 261).O ser e o saber do catequista sustentam-se numa espiritualidade da gratuidade, da confiança, da entrega, da certeza de que o SENHOR está presente, é fiel.
Catequista, você é especial para Deus! Sua VOCAÇÃO foi gestada no coração do Pai, para que pudesse chegar aos corações dos seus filhos e filhas com a mensagem da VIDA: Jesus Cristo. Sabemos das dificuldades que enfrenta para realizar a sua missão, mesmo assim teimosa e dedicadamente prossegue neste peregrinar de partilha, de despojamento e aprendizagens.
Isso demonstra que você cultiva uma profunda espiritualidade alicerçada na Palavra, nos sacramentos, na vida em comunidade. É a experiência do discípulo missionário que vai se configurando na sua trajetória de avanços, desafios e alegrias. É a pedagogia divina, que se concretiza na sua vida permeada de fragilidades e grandeza, medos e coragem, HUMANA e HUMANIZADORA.
Isso demonstra que você cultiva uma profunda espiritualidade alicerçada na Palavra, nos sacramentos, na vida em comunidade. É a experiência do discípulo missionário que vai se configurando na sua trajetória de avanços, desafios e alegrias. É a pedagogia divina, que se concretiza na sua vida permeada de fragilidades e grandeza, medos e coragem, HUMANA e HUMANIZADORA.
É com a certeza da ação amorosa do Deus da Vida que você assume a missão de profeta que ouve o chamado de Deus: “Levanta-te e Vai à Grande Cidade (Jn 1,2). Seu anúncio é traduzido em atitudes proféticas que testemunham os valores evangélicos, é o SER DO CATEQUISTA partilhado na sua inteireza, no serviço generoso, para que o REINO aconteça.
Catequista, que a experiência do encontro com Jesus Cristo seja a força motivadora capaz de lhe trazer o encantamento por esse fascinante caminho de discipulado, cheio de desafios que o fazem crescer e acabam gerando profundas alegrias.
Catequista, que a experiência do encontro com Jesus Cristo seja a força motivadora capaz de lhe trazer o encantamento por esse fascinante caminho de discipulado, cheio de desafios que o fazem crescer e acabam gerando profundas alegrias.
Catequista, nesse dia acolha o abraço de gratidão de milhares de pessoas, vidas agradecidas, pela sua presença na educação da fé de crianças, adolescentes, jovens e adultos. Em sua ação se traduz de uma forma única e original a vocação da Igreja-Mãe que cuida maternalmente dos filhos que gerou na fé pela ação do Espírito.
Querido/a Catequista, PARABÉNS! Que a Força da Palavra, continue a suscitar-lhe a fé e o compromisso missionário !
Que os sacramentos sejam a fonte inesgotável da misericórdia, da reconciliação, da justiça e do REENCANTAMENTO.
Que a comunidade continue sendo o referencial da experiência do Enconto com Cristo naqueles que sofrem, naqueles que buscam acolhida e necessitam ser “CUIDADOS”.
A benção amorosa do PAI, que cuida com carinho dos seus filhos e filhas, que um dia nos chamou a viver com alegria a vocação do discípulo missionário, esteja na sua vida, na vida da sua comunidade hoje e sempre.
Fraternalmente,
Dom Eugênio Rixen
Presidente da Comissão Para Animação Bíblico-Catequética
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terça-feira, 18 de maio de 2010
Comunicação e Urbanização
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CAC Maceio
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18:02
Alcides Alves
Seminarista da Diocese de Santarém-Pará.
Estudante de Filosofia e Ciências da Religião
A comunicação não é mais a mesma, aquela que se vivia nas pequenas comunidades em que as pessoas expressavam os sentimentos de comunhão e fraternidade. Nas grandes cidades a comunicação está cada vez mais desvalorizada. As pessoas não param para ouvir a outra, cada uma está preocupada com sua própria sobrevivência.
São poucas as pessoas que perguntam ao outro: como vai tudo bem? Como foi o dia de ontem? O trabalho? Olá! Bom dia! Posso ajudá-lo (a)? Alguns valores, gestos simples, estão sendo deixados de lado, desvalorizados, principalmente, nos grandes centros em que ninguém pára. O dia parece estar terminando e ninguém fez nada. Como se fosse uma grande maratona, em que todos estão preocupados para chegar primeiro.
Ninguém sabe o nome de ninguém. Por incrível que pareça, há muitos vizinhos, moradores que não têm conhecimento do nome do outro, não sabe quando ali chegou ou quando dali foi embora. O processo de urbanização, o inchaço populacional tem favorecido a um distanciamento cada vez maior das pessoas. Nisto a comunicação e o relacionamento entre elas ganham características preocupantes, contrárias aquilo que constrói a vida.
A comunicação é aproximação, gestos simples, que proporciona a um crescimento pessoal e comunitário. Segundo o dicionário Soares Amora diz que comunicação é: “1.Ação de comunicar; 2.informação, aviso; 3. convivência.”
Diante disso, dois aspectos importantes deverão ser lembrados, bem como a ação de comunicar e a convivência. O primeiro não se resume somente no ato de transmitir notícias, de manter o mundo informado, muito embora isso seja de grande relevância para os dias de hoje, mas a comunicação vai além do que se possa imaginar, trata-se de algo mais concreto, que realmente tenha significado e dê sentido a vida das pessoas, torne-a mais próximas.
O segundo aspecto também importante para compreendermos a comunicação, pois comunicação é convivência, no sentido do coletivo, em que pessoas as diferenças possam ser compreendidas, respeitadas, aceitas e, acima de tudo cada ser humano possa contribuir com novas experiências, as quais tragam o diferencial para o grupo ou até mesmo a sociedade.
Seminarista da Diocese de Santarém-Pará.
Estudante de Filosofia e Ciências da Religião
A comunicação não é mais a mesma, aquela que se vivia nas pequenas comunidades em que as pessoas expressavam os sentimentos de comunhão e fraternidade. Nas grandes cidades a comunicação está cada vez mais desvalorizada. As pessoas não param para ouvir a outra, cada uma está preocupada com sua própria sobrevivência.
São poucas as pessoas que perguntam ao outro: como vai tudo bem? Como foi o dia de ontem? O trabalho? Olá! Bom dia! Posso ajudá-lo (a)? Alguns valores, gestos simples, estão sendo deixados de lado, desvalorizados, principalmente, nos grandes centros em que ninguém pára. O dia parece estar terminando e ninguém fez nada. Como se fosse uma grande maratona, em que todos estão preocupados para chegar primeiro.
Ninguém sabe o nome de ninguém. Por incrível que pareça, há muitos vizinhos, moradores que não têm conhecimento do nome do outro, não sabe quando ali chegou ou quando dali foi embora. O processo de urbanização, o inchaço populacional tem favorecido a um distanciamento cada vez maior das pessoas. Nisto a comunicação e o relacionamento entre elas ganham características preocupantes, contrárias aquilo que constrói a vida.
A comunicação é aproximação, gestos simples, que proporciona a um crescimento pessoal e comunitário. Segundo o dicionário Soares Amora diz que comunicação é: “1.Ação de comunicar; 2.informação, aviso; 3. convivência.”
Diante disso, dois aspectos importantes deverão ser lembrados, bem como a ação de comunicar e a convivência. O primeiro não se resume somente no ato de transmitir notícias, de manter o mundo informado, muito embora isso seja de grande relevância para os dias de hoje, mas a comunicação vai além do que se possa imaginar, trata-se de algo mais concreto, que realmente tenha significado e dê sentido a vida das pessoas, torne-a mais próximas.
O segundo aspecto também importante para compreendermos a comunicação, pois comunicação é convivência, no sentido do coletivo, em que pessoas as diferenças possam ser compreendidas, respeitadas, aceitas e, acima de tudo cada ser humano possa contribuir com novas experiências, as quais tragam o diferencial para o grupo ou até mesmo a sociedade.
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Formação
terça-feira, 11 de maio de 2010
Viver na presença de Cristo e de Deus
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CAC Maceio
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15:02
Por: DOM EURICO DOS SANTOS VELOSO
ARCEBISPO EMÉRITO DE JUIZ
“Se alguém me ama, guardará a minha palavra e meu Pai o amará, e nós viremos a ele e nele faremos nossa morada.” (João 14,23)
O texto do sexto domingo da Páscoa tem sabor de testamento-herança: o projeto de Deus é confiado àqueles que se comprometem com Jesus.
No Antigo Testamento, quando o povo de Deus, saído do Egito, caminhava rumo à construção de nova sociedade na terra prometida, Deus se comunicava com o povo na Tenda da Reunião, a “morada” de Javé. Agora, cada cristão que assume o projeto de Deus é a morada onde o Pai e o Filho se encontram e se manifestam ao mundo inteiro. Mas isto exclui uma posição intimista, como se bastasse o esforço individual. Jesus destina sua mensagem de despedida à comunidade como um todo. Cada cristão é Tenda da Reunião do Pai e do Filho, mas isso só tem sentido quando o “guardar a palavra” é entendido comunitariamente, como proposta assumida por todos os que, pela fé, aderiram a Jesus.
O pensamento da morte assusta os discípulos e os paralisa. Como Jesus confiaria a essa gente medrosa e inerte o prolongamento da sua prática libertadora? O que os discípulos irão fazer com a Herança do Mestre? Em nome de Jesus, o Pai vai enviar o Conselheiro, o Espírito Santo, gerador de vida nova.
A melhor explicação que temos do Espírito Santo aparece neste texto: “O Espírito Santo que o Pai enviará em meu Nome vos ensinará tudo o que eu vos disse.” Ele ajuda a comunidade a descobrir-nos diversos lugares a presença de Deus.
A realidade fundamental e definitiva é a comunhão. A vida deve ser comunhão para ser entendida e vivida plenamente. Cristo é a chave que possibilita a plena e definitiva comunhão dos homens com Deus e entre si. O plano de Deus é dar paz em Jesus Cristo, isto é, levar as pessoas a viverem a comunhão como condição e redescoberta de sua origem e destino.
Olhando a vida dos santos, percebemos que eles sofreram para estabelecer a solidariedade e o amor por onde eles viveram. É vivendo em comunidade que saberemos estabelecer a paz e a concórdia dentro do nosso mundo e em cada um de nós.
Viveremos na presença de Cristo e de Deus quando, através do Espírito Santo, soubermos desenvolver uma comunidade cristã.
O Deus Uno e Trino, a Santíssima Trindade, é uma comunidade de amor. E cada um de nós será templo e sacrário da Trindade, como Maria, se souber desenvolver na Igreja uma comunidade de amor.
Deus quer que sejamos felizes, Cristo demonstrou como podemos ser e o Espírito Santo foi enviado para abrir nossas mentes, muitas vezes limitadas aos valores do mundo, a fim de que construamos uma comunidade de amor aqui na terra.
Ainda conseguiremos isto, pois Jesus prometeu que, afinal, haverá um só rebanho e um só pastor, mas não poderemos esperar que isto aconteça sem que cada um dê a sua parcela de contribuição.
Usando a imagem do oceano, Madre Teresa afirmou que o seu gesto era uma gota, mas, sem ele, o oceano seria menor.
Se cada um agir conforme Jesus ensinou, formaremos, gota a gota, um oceano de amor, plenitude, presença da Trindade em cada um de nós e no mundo
ARCEBISPO EMÉRITO DE JUIZ
“Se alguém me ama, guardará a minha palavra e meu Pai o amará, e nós viremos a ele e nele faremos nossa morada.” (João 14,23)
O texto do sexto domingo da Páscoa tem sabor de testamento-herança: o projeto de Deus é confiado àqueles que se comprometem com Jesus.
No Antigo Testamento, quando o povo de Deus, saído do Egito, caminhava rumo à construção de nova sociedade na terra prometida, Deus se comunicava com o povo na Tenda da Reunião, a “morada” de Javé. Agora, cada cristão que assume o projeto de Deus é a morada onde o Pai e o Filho se encontram e se manifestam ao mundo inteiro. Mas isto exclui uma posição intimista, como se bastasse o esforço individual. Jesus destina sua mensagem de despedida à comunidade como um todo. Cada cristão é Tenda da Reunião do Pai e do Filho, mas isso só tem sentido quando o “guardar a palavra” é entendido comunitariamente, como proposta assumida por todos os que, pela fé, aderiram a Jesus.
O pensamento da morte assusta os discípulos e os paralisa. Como Jesus confiaria a essa gente medrosa e inerte o prolongamento da sua prática libertadora? O que os discípulos irão fazer com a Herança do Mestre? Em nome de Jesus, o Pai vai enviar o Conselheiro, o Espírito Santo, gerador de vida nova.
A melhor explicação que temos do Espírito Santo aparece neste texto: “O Espírito Santo que o Pai enviará em meu Nome vos ensinará tudo o que eu vos disse.” Ele ajuda a comunidade a descobrir-nos diversos lugares a presença de Deus.
A realidade fundamental e definitiva é a comunhão. A vida deve ser comunhão para ser entendida e vivida plenamente. Cristo é a chave que possibilita a plena e definitiva comunhão dos homens com Deus e entre si. O plano de Deus é dar paz em Jesus Cristo, isto é, levar as pessoas a viverem a comunhão como condição e redescoberta de sua origem e destino.
Olhando a vida dos santos, percebemos que eles sofreram para estabelecer a solidariedade e o amor por onde eles viveram. É vivendo em comunidade que saberemos estabelecer a paz e a concórdia dentro do nosso mundo e em cada um de nós.
Viveremos na presença de Cristo e de Deus quando, através do Espírito Santo, soubermos desenvolver uma comunidade cristã.
O Deus Uno e Trino, a Santíssima Trindade, é uma comunidade de amor. E cada um de nós será templo e sacrário da Trindade, como Maria, se souber desenvolver na Igreja uma comunidade de amor.
Deus quer que sejamos felizes, Cristo demonstrou como podemos ser e o Espírito Santo foi enviado para abrir nossas mentes, muitas vezes limitadas aos valores do mundo, a fim de que construamos uma comunidade de amor aqui na terra.
Ainda conseguiremos isto, pois Jesus prometeu que, afinal, haverá um só rebanho e um só pastor, mas não poderemos esperar que isto aconteça sem que cada um dê a sua parcela de contribuição.
Usando a imagem do oceano, Madre Teresa afirmou que o seu gesto era uma gota, mas, sem ele, o oceano seria menor.
Se cada um agir conforme Jesus ensinou, formaremos, gota a gota, um oceano de amor, plenitude, presença da Trindade em cada um de nós e no mundo
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