quarta-feira, 11 de abril de 2012

Manifestação pela internet mobiliza milhares de pessoas a favor da vida no caso dos anencéfalos


Está acontecendo nas Redes Sociais, principalmente no micro blog Twitter, uma manifestação online a favor da vida, por causa da votação hoje, 11, no Supremo Tribunal Federal (STF), do julgamento da ação para o aborto de fetos anencéfalos. O “twitaço”, que tem como hashtag#afavordavida, começou na noite desta terça-feira, dia 10 de abril, com a proposta de mostrar o desejo de defender a vida de crianças com anencefalia.
A manifestação faz parte das inúmeras iniciativas que estão sendo realizadas pela sociedade civil para manifestar a opinião de grande parte da população brasileira que é contrária ao aborto, em vista do julgamento que será feito em sessão extraordinária, nesta quarta-feira, a partir das 9h. A hashtag chegou a ficar em primeiro lugar nos Trending Topics do Brasil e entre os dez assuntos mais comentados do mundo.
No mesmo caminho, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) convocou a população a manifestar-se contra o aborto, especialmente através de vigílias de oração em capelas e paróquias.
Vigília em Brasília
“Estou aqui pela necessidade de defender a vida humana desde a concepção até a sua morte natural; porque defendendo os verdadeiros direitos humanos, será possível assegurar às futuras gerações uma sociedade justa e igualitária”. Assim o jovem Ari Andrade Filho explicou sua participação na Vigília pela Vida, realizada na noite desta terça-feira, 10 de abril, diante do Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília. Além dele, aproximadamente mais 150 pessoas estavam diante da corte manifestando sua posição e rezando para que hoje os onze ministros não decidam legalizar o aborto de crianças com anencefalia no Brasil.
"A decisão que pode ser tomada nesta quarta-feira pelo Supremo, de permitir o aborto de anencéfalos, simboliza uma sociedade egoísta, uma sociedade que se torna incapaz de lidar com o sofrimento humano. Isso poderá abrir o precedente para que possamos, no futuro, nos tornar, cada vez mais, uma sociedade eugênica", completou Ari Filho.
A cantora Elba Ramalho é uma firme defensora da vida, também participou da vigília diante do Supremo. Ela animou os jovens que se manifestaram, tanto na Praça dos Três Poderes, quanto na internet, a se manterem firmes.
O bispo emérito de Guarulhos (SP), dom Luiz Bergonzini, também participou da vigília e incentivou a participação dos jovens, lembrando que o aborto é uma usurpação do poder de Deus. "Digo aos jovens que continuem confiantes na ajuda de Deus. Continuem nessa luta, que é a luta para o bem, é a luta a favor da vida. Quem está a favor da vida, está a favor de Jesus. Jovens, coragem, vamos em frente, vamos lutar a favor da vida!", destacou dom Luiz.

sábado, 7 de abril de 2012

Catequese da Semana Santa: Vigília Pascal - noite de luz e esperança


Na noite, em que Jesus Cristo passou da morte à vida, a Igreja convida os seus filhos a reunirem-se em vigília e oração. A Vigília Pascal foi sempre considerada a mãe de todas a vigílias e o coração do Ano litúrgico. A sensibilidade popular poderia pensar que a grande noite fosse a noite de Natal, mas a teologia e a liturgia da Igreja adverte que é a noite da Páscoa, «na qual a Igreja espera em vigília a Ressurreição de Cristo e a celebra nos sacramentos» (Normas gerais sobre o Ano litúrgico, 20).
No texto do Precónio pascal, chamado o hino “Exsultet” e que se canta nesta celebração, diz-se que esta noite é «bendita», porque é a «única a ter conhecimento do tempo e da hora em que Cristo ressuscitou do sepulcro! Esta é a noite, da qual está escrito: a noite brilha como o dia e a escuridão é clara como a luz». Por isso, desde o início a Igreja celebrou a Páscoa anual, solenidade das solenidades, com uma vigília noturna. 
A celebração da Vigília pascal articula-se em quatro partes: 1) a liturgia da luz ou “lucernário”; 2) a liturgia da Palavra; 3) a liturgia baptismal; 4) a liturgia eucarística.
Estes quatro momentos celebrativos têm como fio condutor a unidade do plano de salvação de Deus em favor dos homens, que se realiza plenamente na Páscoa de Cristo por nós. Por consequência, a Ressurreição de Cristo é o fundamento da fé e da esperança da Igreja.
O simbolismo fundamental da celebração litúrgica da Vigília é o de ser uma “noite clara”, ou melhor «a noite que brilha como o dia e a escuridão é clara como a luz». Esta noite inaugura o “Hodie=Hoje” da liturgia, como se tratasse de um único dia de festa sem ocaso (o dia da celebração festiva da Igreja que se prolonga pela oitava pascal e pelos cinquenta dias do Tempo pascal), no qual se diz «eis o dia que fez o Senhor, nele exultemos e nos alegremos» (Sl 118).
Marcos Filipe Sousa
Comissão para Animação Bíblico-Catequética

sexta-feira, 6 de abril de 2012

CATEQUESE DA SEXTA-FEIRA SANTA: ADORAMOS O MISTÉRIO DA CRUZ DE CRISTO

A Sexta-feira Santa faz-nos memória da paixão do Senhor. Na liturgia somos conduzidos a meditar tamanha doação de Jesus por nós. O derramamento do seu Sangue tem efeito maior do que o de bodes e de carneiros, animais sem razão, o sacrifício de Jesus Cristo foi de uma pessoa que tinha consciência de sua entrega, aprofundou o seu sentido e a fez livremente.
A cruz, que era símbolo de morte, Jesus a converteu em sinal de Vida Nova. A liturgia de hoje, em continuidade a celebração da Ceia do Senhor, exprime o gesto de doação de um Deus que nos ama até a última conseqüência ou instância da realidade humana, a morte. A Cruz de Cristo é o sinal da nossa redenção e ao venerar tal sinal, somos interiormente chamados a meditar o sentido de tal loucura, pois é a Paixão de Cristo por nós.
Na liturgia há o desvelar a Cruz com a imagem de Jesus morto, o sacerdote canta “eis o lenho da Cruz do qual pendeu a Salvação do mundo” e o povo responde “vinde, vinde adoremos”. A cruz e a imagem são sinais de uma realidade bem maior, a cruz recorda a prova do amor de Deus por nós em Jesus Cristo. Daí na veneração da Cruz, adoração o mistério que se encontro nos mais profundo da imagem: Jesus entregou-se livremente a morte e morte de Cruz para nós livrar das correntes da morte. Adoramos o amor de Deus, adoramos a Jesus como O enviado do Pai, adoramos o Pai que nos reconciliou em Jesus Cristo e com ele, sentido de através dEle, santificou-nos com o seu Espírito Santo.
A cruz com a imagem de Jesus é venerada e o mistério da entrega de amor é adorado, Deus nos ama de verdade, ele é solidário com a humanidade sujeita ao sofrimento e a angústia da morte, mas ele é vencedor. Por isso, todos são chamados a realizar o osculo da cruz, isto é, o beijo, pois simboliza a amizade, a união a paz com Deus. A cruz é sinal de reconciliação. Para os cristãos que não compreende o significado dos sinais ou dos símbolos, por ignorância intelectual e religiosa, limitaria a críticas de tipo idolatria argumentada por texto bíblico de descontextualizado do tempo e do sentido real. Quem entende os símbolos sabe que eles não têm fim em sim, mas apontam para uma realidade maior.
Para nós catequistas é necessário, não somente na catequese realizada para a recepção do sacramento, mas também naquela permanente, esclarecer o sentido das imagens e da cruz. Porque no mundo atual fala-se constantemente de liberdade de expressão, no entanto, sentimos um corrente de pensamento “politicamente correto” que tentar a cada dia jogar fora ou expulsar da sociedade toda expressão religiosa, sobretudo a cristã. Querem criar uma sociedade sem Deus, sem Cristo, sem o sinal da sua entrega por nós, querem tiram de nossas vistas a Cruz, sinal de Amor, esperança e vita. 
Pe Márcio Roberto
Coordenador da Comissão Arquidiocesana para Animação Bíblico-Catequética

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Comissão Arquidiocesana para Animação Bíblico-Catequética ganha novo símbolo

A nova logomarca trás a vela ao centro, como símbolo da fé em Deus, alimentada através da leitura da Palavra de Deus ( a esquerda da vela) e na Igreja, alimentada na leitura do Catecismo da Igreja Católica. 

Ambos os livros faz-nos mantém a fé viva e atuante na comunidade e na sociedade. Unidos na fé, formam assim como que “um livro aberto” exprimindo a abertura a Deus, a leitura constante do mistério da fé, a oração e é uma recordação do papel do catequista na comunidade cristã, isto é, na igreja, ser luz e portanto, pessoa que iluminam quem se encontra nas trevas da ignorância. O nome da cidade abaixo da vela indica a Igreja Particular da comissão para a Animação Biblica-Catequética.

Os símbolos “Alfa” e “Omega” recordam que a catequese é uma realidade permanente durante todo o ciclo da nossa vida. E, para finalizar a compreensão do novo símbolo, observamos que a vela está acesa e não apagada, indicando assim a catequese como uma realidade dinâmica e não morta. Assim a missão do catequista é manter essa chama acesa para si e para os outros, a chama da fé que educamos a cada encontro realizado em Jesus Cristo. A cruz de Jerusalém na Bíblia uma grande e outras quatro pequenas indicam a Cruz de Jesus Cristo o enviado do Pai, em Jerusalém, somos seus discípulos missionários, chamados e enviados a anunciar o mistério da cruz aos quatro pontos da terra.

sábado, 31 de março de 2012

Catequese e Liturgia de Ramos

A Páscoa é o centro da vida cristã e da fé dos cristãos. Pois a Ressurreição é a vitória sobre a morte e todo tipo de opressão que existe no mundo. De fato, Jesus Cristo na Cruz morreu por nossos pecados e nos libertou de toda maldição e escravidão. Ao celebramos sua páscoa recordamos do seu amor e O reconhecemos como nosso Deus Salvador.
Estamos entrando na Semana Santa com o Domingo de Ramos. Essa liturgia é a fusão de duas tradições da Igreja, aquela do Ocidente que celebrava no domingo anterior ao da ressurreição, o chamado “Domingo da Paixão” e em Jerusalém os cristãos celebrava de modo mais festivo a entrada de Jesus em Jerusalém aclamado como rei e messias. Essa união das duas tradições na liturgia romana enfoca a vitória de Jesus sobre a morte e sua ressurreição como entrada triunfal na Jerusalém celeste, levando consigo toda a nossa humanidade restaurada no seu amor.

Ao realizarmos a procissão com as palmas não fazemos com isso uma dramatização, mas, hoje, como alguns do povo de Israel naquele tempo, reconhecemos Jesus o Rei dos reis e o Cristo anunciado nas Escrituras. A palma simboliza nossa adesão total e incondicional ao projeto de Jesus, sua proposta de uma nova humanidade, unificada no seu Corpo, familiarizada no seu preciosíssimo Sangue. A palma é um dos símbolos comuns entre ao homens e mulheres que foram canonizado pela Igreja, reconhecidos como heróis na batalha contra o pecado e contra o mal. Sobretudo, os mártires que preferiram a morte a renunciar o Senhorio de Jesus. Por isso a procissão de ramos é e de ser sempre um ato público da Igreja, jamais privado ou limitado as paredes da igreja, pois nessa liturgia proclamamos a Jesus como Senhor e Cristo, rei do universo, como O enviado do Pai. Nesta procissão não pode ter cânticos marianos ou ao Espírito Santo, mas somente aqueles que realçam a realeza e o senhorio de Jesus, como único salvador do mundo.

Na Liturgia da palavra tem grande destaque o longo relato da Paixão do Senhor. Nela em harmonia com as anteriores, Jesus é Rei não na lógica do mundo, mas na lógica do próprio Deus, que não veio para ser servido, mas servi como servo sofredor, bom samaritano da humanidade marcada pelo sofrimento. Na catequese devemos também realça entre os catequizando o significado dessa celebração e transmitindo e educando no mistério que acreditamos. No entanto, sempre somos questionados na vida diante dos outros, será que realmente estamos testemunhando uma fé coerente em Jesus? Será que nossa adesão é total ou parcial ao seu apelo de unidade e discipulado? Convertamo-nos e sejamos fiéis a vocação catequista que o Senhor nos deus.



Pe Márcio Roberto
Coordenador da Comissão Arquidiocesana para Animação Bíblico-Catequética



terça-feira, 27 de março de 2012

Estudos do YouCat espalham-se pelo Brasil


A partir do desejo do Santo Padre, o papa Bento XVI, de que o Catecismo Jovem fosse estudado pela juventude, e com a criação do Projeto de Evangelização Catecismo Jovem, que motivou por todo o Brasil o uso do YouCat através das redes sociais, muitas foram as formas encontradas de estudo do novo instrumento de evangelização.
Em Porto Seguro (BA), terra onde foi rezada a primeira missa no Brasil, a juventude sente-se motivada a estudá-lo, como afirmou Jerônimo Lauricio, grande motivador dos encontros: “como ficar inerte diante de tanto cuidado e amor? Foi essa a inquietação que começou a ser gerada no interior de alguns jovens em Porto Seguro, Terra de Santa Cruz, onde começou a evangelização do nosso país”. Lá os jovens se reúnem todas as segundas-feiras, às 19:30h, na Paróquia São Sebastião, para estudar o Catecismo, a Palavra de Deus e aprofundarem-se no conhecimento da Igreja.
Na Comunidade Católica Canção Nova, todas as quintas-feiras, jovens consagrados se reúnem para juntos participarem de uma formação do YouCat. Segundo Edna Carvalho, que é colaboradora do Projeto de Evangelização Catecismo Jovem e organizadora do grupo de estudo na Canção Nova, “tem acontecido formações na minha e em outras casas também, sempre fazemos estudo e partilhamos. Partilhamos a idéia com nossos irmãos e muitos se empolgaram”.
Na diocese de Lorena (SP), a paróquia Santa Cecília está organizando por iniciativa do Setor Juventude Diocesano uma escola de formação do YouCat, sobre a orientação do padre Alessandro Henrique das Chagas. Segundo o seminarista Renan Félix, um dos organizadores, a ideia é realizar o “YouCat Scholl”, um curso modular de estudo do catecismo jovem. O jovem Robson Moraes, da paróquia onde o projeto está sendo pensado, conta que “o Estudo estará aberto para as demais paróquias da cidade ou quem quiser participar”.
Para a equipe do Catecismo Jovem (www.catecismojovem.com.br), estas muitas experiências em todos os cantos do país mostram as oportunidades de se evangelizar utilizando-se do Catecismo Jovem. É o desejo do papa que torna-se cada vez mais concreto, com jovens juntando-se, formando grupos de estudo e partilhando o YouCat, seja nas redes sociais ou em encontros presenciais.
Por CNBB

terça-feira, 20 de março de 2012

5 dicas para preparar a Reunião de Pais

Talvez o preconceito mais instalado na mentalidade dos catequistas seja a incompatibilidade entre pais e catequese.

Por si só, estes dois mundos parecem repelir-se. E sei que não é assim apenas aqui na minha comunidade, ou apenas na minha paróquia. É assim um pouco por todo este pequeno Portugal adentro (e Brasil também rsrs).

Mas com mais uma reunião de pais ‘à porta’, deixo as filosofias de parte, e partilho aqui alguns dos preparativos e planos que fiz.

Um. Aviso de Recepção.
«Se os conselhos fossem bons, vendiam-se.» (autor anónimo)

A boa comunicação parte de algumas bases, uma delas é ter alguma forma de verificar se a mensagem é recebida. Não se trata de ter papéis extensos para os pais assinarem, uma simples rúbrica num destacável e uma informação breve (local, hora e tema de reunião) basta.

Bem sei que os resultados são discutíveis, mas parece-me importante existir este cuidado. Isto nunca irá dispensar um telefonema aos pais, se assim o entenderes. O importante está em procurar ferramentas adequadas.

Dois. Escolher um tema.

Aqui poderiam estar também os tópicos de discussão. Mesmo que seja apenas para uma simples conversa de café, avisem. Às vezes, é apenas uma questão de cortesia, ainda assim convém não subestimar o poder destes pormenores.

Esta reunião de pais terá como tema “A identidade da criança cristã”. Confesso que poderia ser mais apelativo, algo mais publicitário, mas as ideias em discussão encontrar-se-ão à volta deste tema - como é o caso da necessidade do exemplo do adulto cristão para a formação da identidade da criança.

Três. Ter um ponto de partida.

«O óbvio nem sempre é evidente.»
de autor anónimo

Tal como num encontro de catequese, o ponto de partida pode e deve provocar/evocar a experiência das pessoas. Para quê? Para promover “faísca” na reunião, independentemente se o fazes com um esquema (como o da imagem) ou um vídeo do youtube.

Neste caso, pretendo iniciar a discussão com uma revisão do contrato educativo: um wake up call ... ou ‘chamada à realidade’ para a catequese como resposta à vontade dos pais em procurar a comunidade, e não o contrário.

Quatro. Pelo menos, uma dinâmica.

Os pais precisam de ter voz activa na reunião. «Eu disse, eu faço, eu sinto-me bem, eu sou importante.» Só assim irão querer estar por inteiro e partilhar contigo as suas ideias, as suas experiências.

Desta vez escolhi uma dinâmica de foto-linguagem: através de imagens mais ou menos óbvias, os pais serão convidados a escolher uma e a explicar de que forma aquela imagem transmite uma das características marcantes dos seus filhos.

Para só então tentar perceber onde está a inspiração de Deus para eles, pois antes mesmo deles (pais) já Ele sonhava os seus filhos e preparava para eles uma caminhada de fé. 

Cinco. Algo+.
Compromisso ou simples síntese. Algo concreto deve ficar. Desafia os pais do teu grupo a estarem mais presentes, nem que seja só para irem à missa com os seus filhos ...pelo “exemplo” deles a criança irá crescer para se tornar no adulto cristão de amanhã.

Fonte: Procatequista 

sexta-feira, 16 de março de 2012

Congregação para a Doutrina da Fé reorganiza e atualiza site

Como se sabe, os Documentos da Congregação para a Doutrina da Fé aprovados explicitamente pelo Santo Padre participam do Magistério ordinário do Sucessor de Pedro (cf. Instrução Donum Veritatis, sobre a Vocação Eclesial do Teólogo, de 24 de maio de 1990, n. 18). Isto explica a importância de uma recepção atenciosa de tais pronunciamentos por parte dos fiéis e especialmente por aqueles que, em nome da Igreja, são responsáveis no âmbito teológico e pastoral.
Por outro lado no mundo de hoje faz-se mister uma difusão mais ampla do ensinamento do Dicastério em questão. De fato, em especial os Documentos emanados a partir do Concílio Vaticano II até hoje – recolhidos no volume: CONGREGATIO PRO DOCTRINA FIDEI, Documenta inde a Concilio Vaticano Secundo expleto edita (1966-2005), LEV, Città del Vaticano 2006, pp. 668 – tratam questões importantes para a vida e a missão da Igreja, oferecendo respostas doutrinais seguras aos desafios que se nos apresentam.
Assim sendo, a Congregação para a Doutrina da Fé, mesmo conservando os próprios Documentos no site oficial da Santa Sé (www.vatican.va), criou um novo acesso a fim de facilitar a consulta dos mesmos (www.doctrinafidei.va).
Os principais Documentos são disponíveis em oito línguas: além da versão latina, existem em francês, inglês, italiano, português, espanhol, alemão e polonês, e, vez por outra também em húngaro, eslovaco, tcheco e holandês. Ainda trabalha-se para completar a coleção de tais versões eletr?nicas das traduções. Atualmente cada Documento já está à disposição na língua original e em alguma tradução.
A coleção abrange uma lista completa de todos os pronunciamentos pós-conciliares da Congregação, os quais se apresentam também em três listas temáticas: os de natureza doutrinal, os de natureza disciplinar e os concernentes aos sacramentos.
Na mesma página Internet se encontram informações atualizadas sobre as publicações da Coleção "Documenti e Studi", que reedita os Documentos mais importantes do Dicastério, enriquecidos com comentários de teólogos de gabarito; além disso se oferecem notícias a respeito dos volumes dos Atos de Simpósio promovidos pela Congregação, bem como a publicação de vários pronunciamentos dos Cardeais Prefeitos.
Através desta divulgação do próprio ensinamento doutrinal, por meio da Internet, a Congregação deseja atingir um círculo sempre mais amplo de destinatários em todas as partes do mundo.

terça-feira, 13 de março de 2012

Comissão da CNBB e Grupo de Reflexão Bíblico-Catequética estão reunidos em Brasília

Estão reunidos na sede das Pontifícias Obras Missionárias, em Brasília (DF), os 12 integrantes do Grupo de Reflexão Bíblico-Catequética (GREBICAT), juntamente com a Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-catequética da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Esta reunião pretende definir a natureza e a finalidade deste grupo de reflexão.
Esta é a primeira reunião do GREBICAT, que foi formado pela junção de dois grupos, o Grupo de Reflexão Catequética (GRECAT) com o Grupo de Reflexão Bíblica Nacional (GREBIN).
Segundo o presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-catequética, dom Jacinto Bergmann, o novo grupo de reflexão deve dar mais importância à caminhada conjunta da animação bíblico-catequética no país.
Dom Jacinto lembrou que a Animação Bíblico de toda a Pastoral será o tema central da 50ª Assembleia Geral dos Bispos da CNBB. “Além do tema central da Assembleia, em Aparecida (SP), a Animação Bíblico da Pastoral constitui duas das cinco urgências das Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (DGAE)”, lembrou o arcebispo de Pelotas (RS), dom Jacinto Bergmann.
“Falaremos também sobre a iniciação à vida cristã, especialmente trazendo os passos dados pela Igreja no Brasil e abrindo novas perspectivas na animação bíblico-catequética”, enfatizou dom Jacinto.
Outros temas abordados na reunião, que está marcada para terminar na próxima quinta-feira, 15, de acordo com a assessora da Comissão Bíblico-catequética, Cecília Rover, são: Orientações para as Escolas Bíblico-catequéticas Regionais; a catequese nas novas mídias sociais e a elaboração do Plano Quadrienal da Animação Bíblico-catequética.
Presença
Além do presidente da Comissão para a Animação Bíblico-catequética, dom Jacinto, a reunião conta com a presença dos outros dois bispos que compõe a mesma, dom Paulo Mendes Peixoto, arcebispo recém nomeado para Uberaba, e dom José Antônio Peruzzo, Bispo de Palmas-Francisco Beltrão (PR). Estão presentes ainda os dois assessores da Comissão, Cecília Rover e padre Décio Walker.

sábado, 10 de março de 2012

Arquidiocese de Maceió lança oficialmente Campanha da Fraternidade 2012

Fotos: Marcos Filipe Sousa
Que a Saúde de difunda sobre a terra. Foi com o lema da Campanha da Fraternidade deste ano que dezenas de católicos se reuniram na tarde deste sábado (10) em frente ao Hospital Geral do Estado (HGE) para realizar a abertura oficial na Arquidiocese de Maceió. A mobilização é realizada todos os anos no tempo da Quaresma e tem como tema para 2012: Fraternidade e Saúde Pública.

O Arcebispo de Maceió D. Antonio Muniz, explicou o porquê da escolha do HGE para a abertura: “Esse é o coração ofegante da saúde no estado. É o espelho da situação atual que vivemos”, relatou.

Com faixas exigindo melhorias na saúde, os fiéis realizaram um passeata com funcionários da unidade e estudantes de vários cursos da Universidade Estadual de Ciências da Saúde e Alagoas (Uncisal).

D. Antonio ainda explicou que durante todo o ano acontecerão eventos relacionados ao tema e o que deve ser feito em toda a Arquidiocese. “A partir hoje estamos abrindo um grande fórum de discussões sobre o tema em nossas paróquias. A Saúde Pública é um tema que é do interesse de todos”, colocou.

O secretario estadual de saúde, Alexandre Toledo, também estava presente. “O tema que a Igreja Católica escolheu, nos lembra a importância da participação da população em questões governamentais. Portanto, esperamos que a população nos cobre quando estivermos errados e nos dê sugestões de como podemos melhorar os nossos serviços”, explicou.

A Catequese estava presente, alguns catequistas e o vice-coordenador, padre Elison Silva estavam presentes no evento.

Após os testemunhos, uma caminhada seguiu até a Paróquia de São José no bairro do Trapiche.

Padre Elison Silva estava presente

Faixas pediam melhoria da saúde em Alagoas